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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Formar nas formações

Buono giorno! Estou aqui em Viana a escrever este texto em papel. E perguntam vocês: “Ah e tal, e o que faz um tipo bonito como tu da mui nobre e invicta cidade do Porto na, também muito interessante, Princesa do Lima?” Estou numa espécie de conferência, as “II Jornadas da Unidade de Microbiologia Aplicada” sobre o tema “Prevenção de Riscos na Cadeia Alimentar”.

As jornadas ainda não começaram e já tirei a primeira conclusão: Eu ainda não cresci! – Estou à espera para entrar para o auditório e, qualquer tipo com sangue na veia, percebe que estou naquela fase indispensável de análise e classificação do mulherio que vai surgindo no recinto. Ainda por cima vim com outro Mosqueteiro, o que vai implicar uma troca de comentários sobre os exemplares de topo e classificações que rondam o profissionalismo. Após a rigorosa eleição do Top 5 feminino, entrámos para o auditório, aquilo lá começa, etc e tal, nada de interessante e passamos ao Top 5 das oradoras: não interessa, corta, corta, homem, homem, corta, não interessa... Alto! Ora aqui está algo que justifica a deslocação a Viana. Sim senhor, decote quanto baste, lencinho azul ao pescoço, fato, elegante... A menina tem o apelido Malheiro, o que fica sempre bem, e ainda por cima trabalha em carnes; as ideias começam a borbulhar, os trocadilhos... Tirou claramente o primeiro prémio, incluindo com as universitárias presentes. Estive com o máximo de atenção, apesar de não saber sobre o que falou... O Top 5 ficou reduzido a um Top 1, mas de categoria!

Adiante. Senhores organizadores destas coisas, por favor tenham cuidado com a escolha dos oradores, isto não é assim, aleatoriamente e, a menos que se trate de uma convenção sobre doenças da próstata, não deve ter o mesmo número de homens e mulheres... Um dia inteiro a ouvir pessoal falar, já se sabe, puxa pelo sono e há que utilizar todas as artimanhas de captação da atenção do público. Umas meninas seleccionadas a dedo (como a Malheiro), intercaladas com oradores a sério, ajudariam a manter a audiência desperta e cativada até ao final. Fica o Conselho.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Como é qu’é estar casado? – by Muska

O home começou por dezer: “Eu não quero cá confusões…” Olhou em redor e continuou: “Eu depois escrevo um dia destes”. “Depois o c...” – Exclamou alguém. Ele tinha entrado com ar de quem domina a cena, camisinha à chefe de família; o miúdo estava mudado, sim senhor… Atentem no pormenor, CAMISA POR DENTRO DAS CALÇAS!!! Esta eu não esperava. Então e as calças 7 ou 8 números acima? As sweats de capuz com o boneco a dizer “Xupa-mos…”? As sapatilhas (ou ténis para quem vive a sul do Mondego – reparem na universalidade deste blog) vermelhas e pretas com atacadores branco sujo? Os boxers com a bandeira do Togo 10 a 15 cm acima das calças? A mochila com as alças compridas ao máximo? Onde está o nosso moço?

Então sempre é verdade, o casamento muda um home… E o nosso Muska já mudou! (off the record: cá para mim foi só no vestir).

De qualquer forma já foram dois; ficam a faltar os resistentes, três portugas, o basco e o germânico. Vive la Résistance!

terça-feira, 19 de junho de 2007

É verdade, vai mesmo casar

Vejo-me obrigado a fazer este esclarecimento direccionado às centenas de jovens raparigas (e menos jovens) que têm entupido a nossa caixa de correio electrónico com as mais variadas perguntas. Eu compreendo o vosso desgosto, mas é verdade, um dos Mosqueteiros vai mesmo casar (já é o segundo)… Vá lá, enxuguem as lágrimas, não é o fim do mundo, apesar de vos parecer…

Passo a explicar. O Porthos casa daqui a uma semana (então, já chega de choro). Não desesperem, o casamento é apenas um contrato que torna algumas coisas ilegais. Mas desde quando isso é impedimento no nosso país? Portanto, fiquem alegres pelo nosso Muska e não se preocupem, ele não vai morrer, vai continuar tudo igual... Fiquem sabendo que uma vez Mosqueteiro, Mosqueteiro para sempre!

terça-feira, 8 de maio de 2007

The Musketeers

I’ve been noticing that something was missing in this blog, it wasn’t complete. I was thinking what could it be, and it hit me like a lightning: The Musketeer’s story must be told! Has you’ll surely understand, the Musketeers aren’t Portuguese, or Spanish, or German, or French for that matter... The Musketeers are citizens of the world, and in order to be understandable for every Musketeer, this must be written in english.

The Musketeers are a Fellowship that has the purpose to enjoy the pleasers of life, as it should be! The Musketeers started in 1997 when two freshmen from the Catholic University in Porto (Athos and Porthos) established the pact to attend to every single event in the academic year, to always start the evening with a toast to female beauty and to preserve friendship above all things. That was an amazing year, and their objectives were fully fulfilled. In the following year, with the new batch of freshmen, they’ve selected three with Musketeers potential to join the Fellowship (Aramis, D’Artagnan and the Cardinal). The Fellowship would be known as 4M+1. These five friends kept their hopes high and their objectives untouched. They ruled their lives to sanctify the Musketeers code composed by these five guidelines: Beauty, Women, Love, Fun and Friendship. These were, and still are, without exception, a beacon in their living. As it is perceptible, the Musketeers are gentlemen, so no details were, or will be, revealed in this blog, but forever are printed in their minds.

In 1999 D’Artagnan and the Cardinal left Catholic University, but not the Musketeers. In the following years, the five friends maintained their way of living and always respected the Musketeer’s code, wherever they were, in Portugal or in a foreign country, the Musketeers became legendary. In 2002, Aitor from Miranda, Spain, came to study to Catholic University in Porto; he embraced the code and honoured it, and when they thought the fellowship was closed, Aitor became The Spanish Musketeer. And so they were six...

In 2003, Porthos and Aramis went to study to Freising, Germany, for five months, where they’ve met Peter. As it was expectable, these two Musketeers kept their patterns and printed the Musketeers way of living in Freising University community. In 2005 and 2006, Aramis and Athos returned to Freising, to the Freibierfest (an amazing university free beer festival). During all this visits, Peter embraced the Musketeers code, and naturally he became The German Musketeer. And so they were seven...

Although in different parts of Europe, with different cultures, the magnificent seven don’t forget what started ten years ago, what still unites them, what still moves them to try to be together, to find an excuse to travel, to re-assemble the Musketeers. And more important yet, to keep on living for what they believe: Beauty, Women, Love, Fun and Friendship. Long live the Musketeers!